A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) manterá as aulas presenciais suspensas no primeiro semestre de 2021 por conta da pandemia de Covid-19. A instituição prosseguirá com o formato de aulas de 2020.
Mais que isso, o retorno normal das atividades estará sujeito ao andamento do Plano Nacional de Vacinação. No entanto, há possibilidade de algumas atividades presenciais ainda no primeiro semestre.
Na manhã desta terça-feira (9), o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) realizou reunião virtual, quando também definiu o calendário acadêmico para os primeiros seis meses do ano, a partir de março.
Na prática, os conselheiros alteraram a Resolução N. 024/2020, que regula as atividades remotas e o calendário acadêmico.
UFSM mantém aulas suspensas até 31 de janeiro
CALENDÁRIO DEFINIDO
- Solicitação de matrícula -16 a 31 de março
- Início do primeiro semestre de 2021 -12 de abril
- Término do primeiro semestre de 2021 – 24 de julho
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Plano de retorno seguirá normas
Pela proposta aprovada pelos conselheiros, o período de matrículas vai de 16 a 31 de março, com início do primeiro semestre em 12 de abril, quando haverá o retorno das atividades domiciliares.
O primeiro semestre, pelo Regime de Exercícios Domiciliares Especiais (REDE), deverá ser concluído em 24 de julho.
A partir daí, a UFSM começará a discutir o plano de retorno, a fim de retomar as aulas presenciais na instituição.
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Atividades práticas dependerão de análises
A reunião definiu que a realização de atividades práticas depende das coordenações de cada curso e da aprovação da Comissão de Biossegurança da UFSM.
Já o calendário suplementar será elaborado e aprovado pelo CEPE posteriormente, quando for possível o planejamento do retorno seguro às aulas presenciais.
De acordo com a UFSM, a Comissão de Biossegurança segue as normas do governo do Estado.
Além disso, a Comissão leva em conta os seguintes eixos básicos: levantamento e diagnóstico; organização dos espaços físicos; readequação de atividades; controle sanitário; e ingresso e acesso aos serviços no campus, entre outras medidas.
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Calendário suplementar gera divergências
Uma das divergências na reunião do CEPE foi a questão do calendário suplementar.
De acordo com Neila Baldi, diretora da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) e integrante do Conselho, o calendário suplementar não deveria entrar em debate neste momento.
Segundo Neila, o entendimento inicial da Comissão de Legislação e Normas (CLN) e da Comissão de Ensino, Pesquisa e Extensão (Comepe) era de que o suplementar fosse ofertado separadamente do semestre regular.
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O calendário suplementar presencial refere-se ao primeiro semestre de 2020 e parte do segundo e, em alguns cursos, pode coincidir com o primeiro semestre letivo de 2021 ofertado em REDE (Regime de Exercícios Domiciliares Especiais).
(Com informações da Assessoria de Comunicação da UFSM e da Sedufsm)

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