Paralelo 29

Seleção de ginástica rítmica é convocada para Olimpíada

A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) oficializou nesta quinta-feira (8) a convocação das integrantes do conjuntode ginástica rítmica que representará o Brasil na Olimpíada de Tóquio.

Beatriz Linhares, Deborah Medrado, Geovanna Santos, Maria Eduarda Arakaki e Nicole Pírcio foram as escolhidas pela treinadora Camila Ferezin.

A técnica explicou vários critérios foram levados em consideração para a escolha desses cinco nomes, já que havia mais atletas com condições de integrar a delegação brasileira.

Fizemos vários testes, mudamos posições, ajustamos e essa composição foi a que melhor se adaptou ao que precisávamos”, disse a técnica à CBG.

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Grand Prix depende de liberação

Antes da viagem a Tóquio, o Brasil ainda deve participar do Grand Prix da modalidade em Israel, nos dias 16 e 17.

Essa participação, no entanto, depende de trâmites burocráticos já que Israel proibiu a entrada de brasileiros por conta da pandemia de Covid.

Meninas do Brasil vão tentar disputar Grand Prix de Israel/Foto: CBG, Divulgação

Fomos convidados, mas o país está fechado para brasileiros. Estamos em contato com a embaixada para conseguir a autorização”, diz Ferezin.

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Duas reservas junto à equipe

Até a entrada no Japão, a equipe estará acompanhada por duas reservas: as ginastas Barbara Galvão e Gabrielle Moraes.

“Como tudo pode acontecer daqui para lá, preferimos manter as reservas agregadas ao grupo principal”, informa a técnica.

O conjunto brasileiro conseguiu a classificação olímpica durante o Campeonato Pan-Americano, em junho, no Rio de Janeiro.

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Meta é chegar à final

Segundo a treinadora, o grande objetivo da delegação é alcançar a final olímpica pela terceira vez, após estar entre os oito melhores nos Jogos de Sydney (2000) e de Atenas (2004).

Ginastas brasileiras aumentaram treintamentos de olho na final/Foto: Twitter, CBG

A meta do Brasil é, ao menos, chegar à final. Camila Ferezin explica que a equipe trabalha duro e aumentou bastante o nível de dificuldade.

“Temos conjuntos ágeis, apresentando coreografias com alto valor de dificuldade e sem esquecer, em momento algum, a parte artística. Vamos em frente para conseguir estar na final”, concluiu.

(Com informações da Agência Brasil)

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