Paralelo 29

Batida policial na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas mirou facções criminosas

Foto:Divulgação, Ascom,Susepe

Com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão, uma operação foi deflagrada pelas forças de segurança do Estado na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), na  segunda-feira (26).

A ação de revista foi realizada pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), em conjunto com a Polícia Civil, nos pavilhões A e B, visando o enfraquecimento da atuação das facções na Região Metropolitana de Porto Alegre. Foram apreendidos 18 celulares e 23 acessórios.

A ação faz parte da terceira fase da Operação Império da Lei IV e contou com a atuação de 50 agentes do Grupo de Ações Especiais da Susepe (GAES) e do Grupo de Intervenção Rápida da 9ª Delegacia Penitenciária Regional (DPR), além de 70 policiais penais de estabelecimentos prisionais da região, coordenados pela Delegacia e pelo Departamento de Segurança e Execução Penal (DSEP).

Participaram ainda 65 policiais civis da Delegacia de Homicídios de Porto Alegre, coordenados pelo delegado Eibert Moreira Neto.

Operação Império da Lei IV, em sua terceira fase, visa enfraquecer facções na Região Metropolitana – Foto: Divulgação / Ascom Susepe

“Essa ação conjunta é extremamente importante porque mostra a integração das instituições vinculadas à Secretaria de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo (SJSPS) e à Secretaria da Segurança Pública (SSP)”, disse o disse o titular da pasta da SJSPS, Mauro Hauschild. De acordo com ele, a Susepe teve um papel importante na estruturação e na realização da ação de congelamento das galerias, dando as condições para que a Polícia Civil pudesse fazer o trabalho de localização de ilícitos, o que vai ser importante para o processo de investigação e apuração de responsáveis por crimes.

Segundo o secretário da SSP, Vanius Santarosa, a Polícia Civil fez uma investigação robusta e solicitou medidas cautelares à Justiça, que expediu mandados de busca e apreensão dentro do sistema prisional. “Resultando nessa ação muito importante, que vem se somar a todas as outras já implementadas, com o intuito de reduzir o crime organizado”, acrescentou Santarosa.

O superintendente da Susepe, José Giovani Rodrigues de Souza, também enfatizou que o combate à criminalidade é mais efetivo quando há a união das forças de segurança pública. “Com mais de 120 servidores atuando na contenção e revista das pessoas privadas de liberdade, a Susepe demonstra sua importância para a segurança pública em prol da sociedade gaúcha”, disse.

(Com informações do governo do RS)

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