A adolescente Gabriela Venturini, de 13 anos, que desapareceu na última quarta-feira (9), em Santa Maria, foi localizada e estaria em uma instituição para menores. A informação foi passada ao Paralelo 29 pelo pai da menina, o montador de móveis Jaderson Silva.
No entanto, apesar do alívio pelo aparecimento da filha, Jaderson aguarda mais informações sobre a situação da adolescente. Segundo ele, uma integrante do Conselho Tutelar procurou a família, que mora no Bairro Parque Pinheiro, zona Oeste de Santa Maria, na noite de sexta-feira (11) para informar que Gabriela havia sido localizada e que ela estaria em uma instituição para menores.
“Não sei porque não nos informam em qual instituição ela está. Já tentamos saber, mas não nos deram detalhes”, diz o pai, que pretende procurar um advogado para acompanhar o caso.
Até a notícia de que Gabriela fora encontrado Jaderson e a esposa e mãe da adolescente, Gláucia Venturini da Silva, que é professora, viveram horas de medo e apreensão. Até uma pista falsa sobre o paradeiro da filha foi passada por uma pessoa.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, os pais de Gabriela foram até Dilermando de Aguiar com a Brigada Militar para buscar a menina, que estaria em uma casa no interior do município. Tratava-se de uma pista falsa que chegou até o casal.
Os pais também conferiram outras informações sobre um possível paradeiro de Gabriela, mas nenhuma delas se confirmou para desespero do casal.
Jaderson procurou a Escola Estadual Tancredo Neves, no Bairro Tancredo Neves, onde Gabriela estuda e pediu para ver as câmeras de monitoramento. No entanto, o acesso às imagens foi negado, num primeiro momento. O pai queria conferir os movimentos da filha no colégio.
Gabriela desapareceu às 7h30min de quarta-feira (9). A adolescente bloqueou familiares nas redes sociais, após manter contato com um deles. Jogadora do time de handebol da escola, Gabriela nunca havia sumido de casa, segundo o pai.
“A conselheira tutelar informou que ela está bem, mas não quis informar onde ela está”, disse o pai, que entregou documentos da adolescente para a conselheira.
O caso é investigado pela Delegacia de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA) de Santa Maria. Jaderson afirma que a filha é bem tratada em casa e que recebia acompanhamento psicológico antes de desaparecer de casa.

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