Paralelo 29

Covid: Brasil registra 261 mortes em 24 horas, maior número em quatro meses

Foto: Agência Gazeta, Agência Brasil

O Brasil registrou, em 24 horas, 66.232 novos casos de covid-19 e mais 261 mortes de vítimas do vírus. Esse é o maior número de óbitos da doença nos últimos quatro meses. Em 21 de julho, o boletim do Ministério da Saúde apontou 269 óbitos fatais em decorrência do coronavírus e 51,1 mil casos.

Desde o início da pandemia, foram registradas 691.015 mortes pela doença no Brasil, informa boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Ministério da Saúde. Até agora, os casos confirmados da doença somam 35.643.770.

CONFIRA A AGENDA DE VACINAÇÃO DA SEMANA EM SANTA MARIA

BOLETINS COM O MAIOR NÚMERO DE ÓBITOS NOS ÚLTIMOS MESES

  • 24 de agosto202 mortes
  • 18 de agosto 206 mortes
  • 12 de agosto247 mortes
  • 21 de julho 269 mortes

Fonte: Ministério da Saúde / Agência Brasil

Mais de meio milhão estão em acompanhamento

Boletim epidemiológico da covid-19
Boletim epidemiológico da covid-19 – Ministério da Saúde

Ainda segundo o boletim, 34.436.602 pessoas já se recuperaram da doença e 516.153 casos estão em acompanhamento. O boletim desta segunda-feira não traz os dados atualizados dos estados de Mato Grosso do Sul e de Roraima.

De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 6,23 milhões, seguido por Minas Gerais (3,97 milhões) e Paraná (2,80 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (156 mil). Em seguida, aparecem Roraima (180 mil) e Amapá (182,1 mil).

Quanto às mortes em consequência da covid-19, São Paulo é o estado que apresenta o maior número (176.631), seguido de Rio de Janeiro (76.244) e Minas Gerais (64.061). O menor número de mortes foi no Acre (2.033), seguido por Amapá (2.165) e Roraima (2.177).

Vacinação no país

Até esta segunda-feira, foram aplicadas 495,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 no país. Destas, sendo 181,1 milhões eram primeira dose e 163,6 milhões, segunda.

A dose única foi aplicada em 5 milhões de pessoas. A primeira dose de reforço foi aplicada em 101,7 milhões de pessoas e a segunda, em 38,9 milhões.

(Com informações da Agência Brasil)

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