Radialista que comanda o programa mais longevo da rádio local bateu um papo no Estação 29
JOSÉ MAURO BATISTA – PARALELO 29
Em sua participação no Estação 29, podcast do Paralelo 29, o radialista Vicente Paulo Bisogno conta como começou a trabalhar no rádio. O ano era 1966, quatro anos depois de a família Bisogno deixar São Gabriel para morar em Santa Maria.
O irmão mais velho, Roberto, cursava Odontologia na UFSM e já trabalhava na rádio Guarathan, uma das emissoras locais, a exemplo do que faziam muitos estudantes.
ENQUETE HISTÓRICA NO CLÁSSICO RIO-NAL: O PRIMEIRO “EMPREGO”
A Guarathan resolveu fazer uma enquete durante um clássico Rio-Nal para saber se as torcidas do Rio Grandense e do Inter-SM topariam uma fusão dos dois principais clubes da cidade.
A rádio precisava de uma pessoa para distribuir as cédulas com a pergunta, e Vicente topou a tarefa. E lá se foi o guri, então com 14 anos, para a frente do estádio onde ocorreria o clássico da cidade para ouvir a opinião dos torcedores esmeraldinos e alvirrubros.
As torcidas disseram não, mas esse primeiro “bico” para uma emissora de rádio acabou abrindo as portas e mais tarde os microfones para o jovem Vicente.
CARTEIRA DE TRABALHO E OS TEMPOS DE RÁDIO GAÚCHA
Um ano depois, em 1967, ele já tinha a carteira de trabalho assinada em uma rádio. Na sequência, já como narrador de futebol, o jovem radialista foi para a Imembuí, que era a “grande rádio” da cidade, e mais tarde, chegaria à Rádio Gaúcha, respeitada emissora estadual.
Nesta segunda parte do podcast, Vicente conta, no bate-papo com José Mauro Batista e Rodrigo Dias, esse início de carreira. O podcast completo já está disponível no Youtube do Paralelo 29,

