Paralelo 29

Presos sete suspeitos de causar prejuízo de R$ 800 mil a morador de São Sepé no golpe da falsa central telefônica

Foto: PC, Divulgação

ATUALIZAÇÃO: Texto tualizado as 11h55 para informar a sétima prisão

Polícia Civil cumpre mandados da Operação Interfraude em nove municípios de São Paulo, Paraná e Alagoas

PARALELO 29*

A Polícia Civil de São Sepé prendeu sete pessoas na manhã desta terça-feira (24) em uma operação que apurar o golpe da falsa central telefônica que lesou um morador do município em R$ 800 mil. A Operação Interfraude nos estados de São Paulo, Paraná e Alagoas.

De acordo com a Polícia Civil de São Sepé, a vítima que perdeu R$ 800 mil tem 57 anos. O golpe ocorreu em 7 de fevereiro do ano passado, quando os estelionatários começaram a realizar ligações para o morador.

Para chegar até os criminosos, a Delegacia de Polícia de São Sepé realizou uma investigação que durou um ano e quatro meses. Nesse período, os investigadores identificaram 43 criminosos envolvidos no golpe. Eles receberam o dinheiro do crime de forma direta e indireta.

A OPERAÇÃO INTERFRAUDES

Prisões ocorreram na manhã desta terça-feira/Foto: PC, Divulgação
  • Policiais cumpriram 47 ordens judiciais, sendo 12 mandados de prisão temorária e 35 mandados de busca e apreensão
  • Os mandados foram cumpridos nas cidades de São Paulo (SP), São Vicente (SP), Guarulhos (SP), Caieiras (SP), Diadema (SP), Maceió (AL), Marechal Deodoro (AL) e Curitia (PR)
  • Participaram da ação policiais de São Sepé, São Paulo, Alagoas e Paraná
  • Até o momento, a Polícia Civil prendeu seis pessoas, sendo cinco homens e uma mulher. Cinco prisões ocorreram na cpaital paulista e uma na capital de Alagoas
  • A operação foi coordenada pela delegada Carla Dolores Castro de Almeida, titular da DP de São Sepé,, com o apoio de nove policiais civis do Rio Grande do Sul e de 61 policiais civis do Paraná, de São Paulo e de Alagoas

Como funciona o golpe

Segundo a Polícia Civil, o golpe funciona por meio de ligações telefônicas. Os golpistas identificam-se como sendo funcionários de um banco onde supostamente foram realizadas transações não autorizadas no cartão de crédito da vítima.

Estressada, a vítima acaba fornecendo informações de sua conta ao estelionatários. Os criminosos pedem que a vítima confirme os dados da cota para prosseguir com o atendimento visando à anulação das supostas transações. Na sequência, eles instalam aplicativos de acesso remoto no celular da vítima para, aí sim, realizarem transações bancárias.

(*Com informações da Polícia Civil)

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