Até o momento, Estado confirmou um caso de intoxicação e descartou outros três

Além do primeiro caso confirmado de intoxicação por metanol, o Rio Grande do Sul ainda tem três ocorrências sob investigação, nos municípios de Novo Hamburgo, Porto Alegre e Passo Fundo, além de outros três casos descartados.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (8) pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) no portal de notícias do governo do Estado.
CASO CONFIRMADO
- Homem de 42 anos, de Porto Alegre. Consumiu caipirinhas de vodca em São Paulo em 26 de setembro
- Apresentou sintomas como febre, dor abdominal e dor de cabeça entre 12 e 24 horas após o consumo da bebida
- Também relatou visão turva e alteração na percepção de cores
- De volta ao Rio Grande do Sul, foi atendido na emergência do Hospital São Lucas da PUCRS no dia 30 de setembro, onde recebeu tratamento e foi liberado
CASOS EM INVESTIGAÇÃO
- Homem, 21 anos, de Novo Hamburgo
- Homem, 23 anos, de Porto Alegre
- Homem, 20 anos, de Passo Fundo
CASOS DESCARTADOS
- Homem, 45 anos, de Nova Santa Rita
- Homem, 38 anos, de Porto Alegre
- Homem, 84 anos, de Santa Maria
- Governo do Estado destaca principais sintomas, como se prevenir e o que fazer em caso de intoxicação por metanol
- Governador Eduardo Leite determina criação de comitê intersecretarial para acompanhar a presença de metanol em bebidas no RS
No Brasil já são 24 casos confirmados
O Ministério da Saúde divulgou, nesta quarta (8), que foram confirmados, até agora, 24 casos de intoxicação por metanol por ingestão de bebidas adulteradas no Brasil. 

Cinco mortes foram confirmadas, todas em São Paulo. Outros 11 casos estão em investigação (seis em São Paulo, uma em Mato Grosso do Sul, três em Pernambuco e uma na Paraíba).
Notificações
Na segunda-feira (6), existiam 17 confirmações de contaminação por metanol e 217 notificações. Esse número subiu para 259 suspeitas, sendo que, nesse momento, há 235 em investigação.
Outras 145 suspeitas foram descartadas. Ainda de acordo com o governo, os estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul são os únicos que registraram casos confirmados de intoxicação pela substância.
(Com informações do governo do RS e de Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil)
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