Objetivo é valorizar curtas-metragens que abordam temas sociais e ampliar sua visibilidade e alcance no cenário audiovisual brasileiro

O Prêmio Rede Sina de Cinema para Melhor Curta de Tema Social 2025 será entregue neste sábado, 1º de novembro, durante o 17º Festival Santa Maria Vídeo e Cinema (SMVC), na Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (CESMA), em Santa Maria.
Criado em 2018, o prêmio é simbólico, com o propósito de valorizar curtas-metragens que abordam temas sociais e ampliar sua visibilidade e alcance no cenário audiovisual brasileiro.
Compromisso com cinema social
Em sua 12ª edição, o Prêmio Rede Sina reafirma seu compromisso com um cinema social, independente e transformador, que promove reflexão sobre temas como direitos humanos, desigualdade, resistência, identidade e memória.
Desde sua criação, o prêmio já contemplou produções em dois festivais parceiros — o Festival Santa Maria Vídeo e Cinema (SMVC), no Rio Grande do Sul, e o ROTA – Festival de Roteiro Audiovisual, no Rio de Janeiro —, reconhecendo obras que unem arte, empatia e impacto social.
Bolsa de estudos e assessoria
Neste ano, o curta vencedor receberá, por meio de parcerias institucionais, uma bolsa de estudos do B_ARCO – Centro de Cultura Contemporânea de São Paulo, com curso de até 12 horas de duração, e assessoria de imprensa exclusiva da Rede Sina, voltada à divulgação de um evento ligado ao filme — como exibição, mostra ou estreia —, válidas até 30 de junho de 2026.
A curadoria é assinada por Carla Puget Perozzo e Gabriela Liuzzi Dalmasso, realizadoras do ROTA – Festival de Roteiro Audiovisual (RJ), que selecionaram seis curtas-metragens entre 25 filmes inscritos no SMVC 2025:
- À Borda da Vida – Camila Bauer
- A Última Valsa – Fábio Rogério e Jean-Claude Bernardet
- Céu Invisível – Robson Santos Rosa, Max Frutuoso, Jamille Marin e Júlia Urach
- Chache Lavi – Clementino Júnior
- Correnteza – Diego Müller e Pablo Müller
- Sublime Chão – Gabriel Borges Rollo
O júri
O júri reúne representantes do cinema, da educação e da cultura de três estados brasileiros — Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul —, entre eles o cineasta e roteirista Marton Olympio (RJ), indicado ao Emmy Internacional 2024 pela série Anderson Spider Silva (Paramount); a atriz e educadora Elianne Carpes (SC); as produtoras Paola Mallmann e Kiwi Bertola, da Fundação Cinema RS (Fundacine); a educadora e pós-doutora Maria Rita Py Dutra (UFSM/RS); além das representantes da Sedufsm – Sindicato dos Docentes da UFSM, Flávia Vasconcelos e Belkis Bandeira, e dos estudantes Luiz Eduardo Boneti e Leon Gonçalves de Jesus, do DCE/UFSM.
“O cinema é uma ferramenta de transformação social”
Para Melina Guterres, idealizadora do prêmio e fundadora da Rede Sina,, o cinema é uma ferramenta essencial de diálogo e transformação social, capaz de atravessar fronteiras e provocar reflexão:
“O cinema tem a extraordinária capacidade de comunicar e transformar realidades. Por isso, destacamos obras que não apenas encantam pela forma, mas que também escutam, provocam e mobilizam. Agradeço a todos que participam e apoiam este projeto, curadores, jurados, parceiros e colaboradores, porque hoje o Prêmio Rede Sina existe graças a esse apoio coletivo. Estamos trabalhando para que, nos próximos anos, o prêmio possa ser contemplado em leis, editais de cultura, etc”.
Valorizaão do audiovisual de impacto social
Com 12 prêmios concedidos desde 2018, o Prêmio Rede Sina de Cinema se consolida como uma iniciativa independente de valorização do audiovisual de impacto social no Brasil, reconhecendo curtas que unem arte, sensibilidade e compromisso com o ser humano.
Ao longo dos anos, o prêmio destaca obras que se tornaram referência no circuito independente, como Vidas Cinzas (Leonardo Martinelli) e O Vestido de Miriam (Lucas Rossi) em 2018; Vinde como Estais (Rafael Ribeiro e Galba Gogóia) e Procuram-se Mulheres (Rozzi Brasil) em 2019; Gilson (Vitória Di Bonesso) em 2020; Neguinho (Marçal Vianna), Era uma Vez em São Paulo (Izah Neiva) e Corpo Mudo (Marcela Schild) em 2021; Engenho de Dentro (Willian Lima) e Verônica (Heitor Leal) em 2022; e Cidade de Lona (Paulo Tavares) em 2023.
Essas produções abordam temas como desigualdade social, racismo, gênero, memória, resistência e o direito à vida e à arte, refletindo o compromisso da Rede Sina com um cinema que comunica, emociona e transforma.
🌐 Mais informações:
📅 Premiação: 1º de novembro de 2025 – CESMA, Santa Maria (RS)
🎞 Festival parceiro: 17º Festival Santa Maria Vídeo e Cinema – smvc.com.br
📅 notícias sobre o prêmio: www.redesina.com.br/premiodecinema
CURTAS SELECIONADOS E HORÁRIOS DE EXIBIÇÃO NO SMVC
30/11 – QUINTA
16h
- Chache Lavi – Direção de Clementino Júnior – 24 min – 1º curta exibido
A partir das 19h
- A Última Valsa – Direção de Fábio Rogério e Jean-Claude Bernardet – 6 min – 4º curta exibido
- Correnteza – Direção de Diego Müller e Pablo Müller – 8 minutos – 6º curta exibido
31/10 – SEXTA – A PARTIR DAS 16H
- Céu Invisível – Direção de Robson Santos Rosa, Max Frutuoso, Jamille Marin e Júlia Urach – 24 min – 1º curta exibido
- À Borda da Vida – Direção de Camila Bauer – 18 min – 2º curta exibido
- Sublime Chão – Direção de Gabriel Borges Rollo – 15 min – 5º curta exibido
Exibição: 30 e 31 de novembro, a partir das 16 e das 19h
Premiação: 1º de novembro de 2025, 19h no SMVC
Local: Auditório da CESMA – Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria.R. Professor Braga, 55, Centro. Santa Maria-RS
Durante o 17º Festival Santa Maria Vídeo e Cinema (SMVC)
Mais informações: www.redesina.com.br/premiodecinema
(Com informações da Rede Sina)

