Professora nascida em Canoas foi encontrada sem vida em uma banheira, em Sydney
Familiares da professora Catiúscia Machado, de 43 anos, encontrada morta em uma banheira, em Sydney, na Austrália, tentam trazer o corpo da vítima para o Brasil para sepultá-la. A mulher era natural de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O suspeito é o namorado dela.
Segundo o jornal Folha Vitória, do Espírito Santo, o namorado é Diogo de Oliveira, de 40 anos, que foi preso como suspeito do crime. Diogo é natural de Vila Velha, Espírito Santo.
De acordo com o jornal, o corpo da professora foi encontrado no último sábado (25), em uma banheira, no apartamento em que ela morava. Catiúscia e Diogo se conheceram há pouco mais de um ano, em Vila Velha, no Espírito Santo. Em março do ano passado, o casal viajou para a Austrália.
No entanto, segundo o irmão da vítima, Paulo Henrique Machado, de 35 anos, a professora pretendia retornar ao Brasil em fevereiro do próximo ano.
Conforme o relato de Paulo Henrique, a irmã gostava muito de viajar e isso poderia ter motivado a discussão entre os dois, que resultou a morte da professora.
Casal teria brigas frequentes
O casal teria brigas frequentes por causa de dinheiro. O namorado pretendia viajar para os Estados Unidos e teria ficado contrariado com a intenção de Catiúscia de viajar para o Brasil para ver a mãe.
“Ela gostava de viajar e ele não queria, e ainda queria controlar o dinheiro dela”, relatou o irmão da vítima ao Folha Vitória, sobre o possível motivo da briga.
Diogo teria agredido a professora no apartamento em que eles moravam. A mulher teria caído na banheira. Vizinhos acionaram a polícia, que prendeu o suspeito. O corpo estava no gelo.
Namorado tem histórico de violência
Ainda conforme o jornal Folha Vitória, Catiúscia teria revelado a amigos que o companheiro “estaria bebendo bastante ultimamente” e que o casal estaria dormindo em cômodos separados.
A mãe de Catiúscia, Eliaide Machado, disse que uma ex do suspeito procurou a família quando os dois estavam na Austrália para relatar que Diogo tinha um comportamento violento. Ele também seria investigado por violência doméstica no Brasil.
Para trazer o corpo da filha para o Brasil, Eliaide, que atualmente mora no Espírito Santo, aguarda trâmites burocráticos. O corpo passaria por necropsia, e o laudo poderá levar algumas semanas.
O Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Sydney, disse que “permanece à disposição para prestar assistência consular aos familiares da nacional brasileira”.
(Com informações do jornal Folha Vitória)

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