Objetivo de fiscalizações é coibir trânsito ilegal, identificar gado furao e reduzir riscos sanitários
PARALELO 29*

Uma força-tarefa de servidores da Secrataria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) com a Polícia Civil e a Brigada Militar intensificou as ações de fiscalização em municípios da Região Central. Nas últimas semanas, os agentes vistoriaram cerca de 600 animais em 11 propriedades.
Como resultado da fiscalização, os agentes realizaram oito autuações por trânsito ilegal de gado, que estavam sem a devida documentação.
A Força-tarefa tem a Supervição Regional de Santa Maria da Seapi, por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária de São Sepé, Santa Maria e São Pedro do Sul.
O obetivo das ações, segundo a Seapi, é coibir o trânsito ilegal de animais, identificar gado furtado e reduzir riscos sanitários na região.
Conforme a Seapi, o trabalho, que é realizado em conjunto com as forças de segurança, tem se mostrado essencial para proteger o patrimônio dos produtores rurais, garantir a sanidade dos rebanhos e evitar perdas para a economia gaúcha.
Risco para a segurança e a saúde pública
De acordo com o fiscal estadual agropecuário Rômulo Depner, o trânsito clandestino de animais é um problema grave que afeta não só a segurança dos pecuaristas, como, também, a saúde pública.
“Animais sem a devida documentação, como a Guia de Trânsito Animal (GTA), podem ser portadores de doenças que representam um risco para a economia local e para o consumo humano”, afirma.
Além disso, a falta de controle sanitário no transporte aumenta o risco de disseminação de enfermidades como a brucelose, tuberculose e febre aftosa, que podem causar perdas significativas na produção e na economia do Estado.
Delegado destaca união das forças de segurança
O delegado da Polícia Civil Antonio Firmino de Freitas Neto, titular da 4ª DP de Santa Maria e delegado substituto da DP de Formigueiro, ressalta a importância dessa união entra a polícia civil e demais órgãos oficiais.
“O trabalho em conjunto é essencial para que todos tragam a segurança pública para a nossa sociedade”, afirma o delegado.
Além de proteger o patrimônio, as ações também contribuem para a valorização da pecuária local.
Ao garantir a sanidade dos rebanhos e a legalidade do comércio, a fiscalização fortalece a confiança do mercado na produção gaúcha, abrindo portas para novos negócios e investimentos.
(*Com informações da Assessoria de Comunicação da Seapi)

