Nesta semana, em minhas redes sociais, venho falando sobre Direito Público. Levo aos meus seguidores informações sobre o mundo das leis que arrebatam todos os cidadãos. Vivemos sob esse teto… cada um de nós. Uma nação se faz com homens e leis ou, melhor: com os cidadãos seguindo as leis com olhos cravados no bem comum. É isso que o Direito Público faz: regula os interesses da sociedade.
Seguindo esse viés, destaco a ação do presidente Lula em sua proposição de pacificação na guerra entre Ucrânia e Rússia. O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Galuzin, falou que a proposta está sendo analisada para uma possível mediação que busca alternativas para o fim da guerra.
No fim de janeiro, o Brasil negou um pedido de munições para a Ucrânia. A paz é a opção dos brasileiros. Esse é o recado. O Direito Público se faz de muitas formas. Essa regulação pode também ultrapassar os limites do país na forma de promover a paz fora das fronteiras, como nesse caso.
Lula, em reunião com o presidente dos EUA, Joe Biden, apresentou a ideia de criar um grupo de países que ajudasse a negociar o fim do conflito.
O Brasil abre mais uma frente de clamor contra as atrocidades da guerra. Apesar de tudo, a Rússia segue apontando o fim da guerra apenas com a rendição da Ucrânia.
Li que tais negociações propostas pelo Brasil beneficiam a Rússia. Na outra ponta, o Brasil também assinou um documento da ONU que pede a retirada de tropas russas da Ucrânia.
Acredito que qualquer esforço no sentido de amainar a guerra é lúcido por parte de um chefe de Estado. Todos ansiamos pelo fim desse pesadelo.

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