A Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) publicou portaria mantendo a suspensão das atividades acadêmicas, como aulas presenciais, até 31 de janeiro de 2021.
A medida, que também vale para atividades administrativas presenciais, está fundamentada na prevenção contra o contágio pelo novo coronavírus.
De acordo com o documento, as atividades consideradas essenciais permanecem em funcionamento, bem como as aulas, por meio do Regime de Exercícios Domiciliares Especiais (Rede), criado por conta da pandemia de Covid-19.
Outras atividades podem ser presenciais
As demais atividades administrativas podem ser restabelecidas presencialmente, a critérios dos setores e respectivas chefias.
Porém, devem ser respeitadas as medidas básicas de proteção, como uso de máscara facial, não aglomeração em salas, distanciamento social e higienização frequenta das mãos.
Estão fora das atividades presenciais, nesse caso, os servidores que se enquadram em grupos de risco, como aqueles que têm alguma doença.
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Professores e servidores deverão estar disponíveis
A Reitoria ressalta que os professores e servidores técnico-administrativos em educação deverão permanecer à disposição da UFSM no horário de trabalho habitual.
Os servidores deverão estar disponíveis de modo a possibilitar o exercício de suas atividades de forma presencial ou remota, garantindo a continuidade do funcionamento e finalidade da Instituição.
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UFSM reagiu a portaria do governo federal
No início de dezembro, quando o governo federal publicou portaria para o retorno das aulas nas universidades a partir de janeiro, a UFSM se posicionou contrária e manteve a decisão de não retornar.
Em nota, a instituição disse não vislumbrar as condições necessárias para a retomada das aulas presenciais. E reafirmou que as aulas seguirão de forma remota enquanto durar a pandemia.
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Pandemia definiu decisões da Reitoria
A UFSM argumentou que as condições sanitárias do Estado e dos municípios, sobretudo com o avanço da pandemia, oferecem risco a estudantes, professores e servidores.
Entre as alegações citadas estava o fato de a maioria das regiões do Rio Grande do Sul estar em bandeira vermelha, que representa alto risco de contaminação.
Posteriormente, no dia 8 de dezembro, o Ministério da Educação (MEC) publicou nova portaria adiando o retorno das aulas para 1º de março.
(Com informações da UFSM e da Agência Brasil)

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