ODILON CONCEIÇÃO CUTI – Professor de Filosofia, Sociologia e Ética nas Relações Humanas
Diante dos atrativos da pós-modernidade e do capitalismo, pouco podemos fazer. Viver sem internet (aliado às diversidades de redes sociais) e as mais diversas tecnologias é, de certa forma, impossível.
A partir destas premissas, vem à tona, a “sensação” do momento, tema principal deste breve texto – o FACEBOOK. E todas as suas inutilidades, obviedades, peculiaridades e demonstrações da mais pura criatividade e inteligência.
CRÔNICA – Desejo e carência: faces de um mesmo amor
Esta ferramenta foi lançada em 4 de fevereiro de 2004 por Mark Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes. E, vale dizer, virou tema de filme logo depois.
O Facebook tem a “cara” do cotidiano. Do popular ao sofisticado, essa rede social possibilita um networking jamais visto até o momento. Nenhuma outra ferramenta conseguiu reunir tantos serviços em um só. Talvez esteja aí o segredo dos rendimentos de milhares de dólares dos criadores.
ODILON CUTI – crônica: A vida que se vive, na vida que se vai
Território livre dos bisbilhoteiros e mal-intencionados. Porém, material de trabalho para quem busca conhecimento fortalecimento de relações.
Neste universo de ecletismos, chama minha atenção a quantidade de frases jogadas todo dia e toda hora nessa rede social. Algumas nominadas , outras ocultas.
CRÔNICA: Amor que maltrata é amor que ensina. Será?
Milhares copiadas de pensadores que são esquecidos ao final da frase. Talvez por desconhecimento de quem as posta ou também por insensatez e ignorância de tentar trazer pra si as ideias de outrem. Isso tudo na expectativa de que acreditem em sua sabedoria.
Bem, a sabedoria está em dar crédito a quem teve a ideia, e não na cópia inominada. Não obstante, pode ser prazeroso passar por um ser inteligente na internet, mas é mais penoso fazer plágios desumanos.

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