“Meu Reino por uma Cerveja”, de Ronaldo Lippold, é o terceiro livro do escritor santa-mariense. A publicação ganha lançamento pelo selo Memorabilia Books, e pelo ser adquirida pelo site https://memorabiliastore.com.br/ (R$35).
Natural de Santa Maria, Lippold é formado em Administração pela UFSM, e é autor de “A Culpa é do Padre” (2009) e “A Culpa é do Padre II, em busca da cerveja perfeita” (2011) – ambos lançados pela Editora Rio das Letras.
Participa da confraria Turma do Café, grupo ao qual auxiliou a produzir as obras coletivas “Descontos” (2017), também pela Rio das Letras, além de “Baixada Melancólica” (2019) e “Ano Passado eu Morri” (2020) – ambas lançadas pela Editora Monstro dos Mares. Em 2010, com a ajuda da esposa, fundou a Old Lipp, uma das primeiras nano cervejarias do RS.
MEL INQUIETA: Três poemas e um manifesto em tempos covidianos
Nem bebendo toda a cerveja do mundo…

O livro de Ronaldo Lippold decreta a premissa de que nem mesmo se bebêssemos toda a cerveja do mundo seríamos tomados por sentimentos de satisfação — um gole, um copo, uma garrafa? Piada! Ronaldo nos conta histórias de bebedores insaciáveis, apreciadores absolutamente entregues ao volúvel desejo de beber como se não houvesse amanhã!
SABRINA SIQUEIRA – Opinião: Boicote
“Meu Reino por uma Cerveja” está embebido de referências históricas, resgata episódios, lendas, moções, sagas de homens e mulheres que dedicaram sua vida ao prazer alquímico deflagrado pela ingestão do desejado líquido cor-de-ouro.
Concurso literário em SM dará R$ 15 mil em prêmios
Dos Faraós do Egito a um Mosteiro da Quarta Colônia
Há um percurso cronológico em “Meu Reino por uma Cerveja”, muitas vezes baseado em personagens reais, episódios verídicos, mas reinventados e recontados pelo olhar do autor, um homem dotado de um inabalável senso de humor.
No prefácio, Márcio Grings, editor do livro e responsável pelo Memorabília Books, descreve o longo percurso percorrido por Lippold na obra.
Paralelo 29 resgata Kydo, poeta e escritor, que andava sumido
Esse percurso começa lá na “cerveja bebida pelos Faraós do Egito” até chegar “ao investigador perdido num Mosteiro da Quarta Colônia”.
É assim, segundo o prefácio de Grings, que “Meu Reino por uma Cerveja” nos leva até uma intrépida jornada pelos quatro cantos do mundo, pequeno tomo onde a escrita de Lippold não abre brechas para o tédio ou arrefecimento criativo”.
(Com informações de Memorabilia Books)

No Comment! Be the first one.